Analía Caminhos transferidos. 1995

Analía Caminhos transferidos É um trabalho de Land Art realizado em Cabretón (Rioja) em 1995. Ele ilustra uma ação para superar sentimentos de aflição e depressão, uma identificação do estado mental com a natureza do romantismo.

Através do milho, eu queria ligar a experiência nutricional diária com o meio de onde a comida vem, é por isso que na ocasião eu fui a uma pequena cidade em La Rioja, lá me ofereceram hospitalidade e um campo de milho, adicionou tudo Isto com uma boa dose de cordialidade.

O campo, de 25 metros de comprimento, tinha uma forma de lágrima. Eu decidi me apresentar, cortando juncos em várias direções para formar as ruas estreitas de 3 que falavam de luta contra a misoginia e o desânimo. A noite, o vento e o frio me acompanharam no meio de dezembro, chegou a neve para trazer beleza a este trabalho formando um tapete branco frio. Eu costumava aquecer em uma pequena fogueira onde as cascas de milho queimavam. Uma porta de bastão surgiu para acompanhar os ventos ruins e as forças que atacam os sentimentos sutis.

Os habitantes desses lugares são pessoas sem desarraigamento, ainda muito próximas dos ciclos da natureza e imbuídas do sentimento de clã familiar, sempre bem dispostas para qualquer celebração quando a ocasião o exigir.

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